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Artigos, Depoimentos, Textos e Informações
Artes visuais - informações Gerais
Vc pode seguir este link ou o de cada conteúdo.
Divirta-se!
Este blog foi organizado na intenção de proporcionar material para os professores, meus alunos dos cursos de pós-graduação. No entanto, acredito que vá crescer um pouco mais. Assim iremos acrescentar material sempre que possível, direcionado à área de Arte para Educação Infantil, Ensino Fundamental e aperfeiçoamento pessoal. Conto com a colaboração dos amigos. Façam seus comentários e aproveitem os posts e as indicações que encontramos disponíveis na net. Nossa palavra-chave é: arte-educação

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A artista Jim Rosenau se especializou em fazer estantes feitas de livros antigos. Afinal, o que pode ser melhor para guardar livros que os próprios livros? As peças estão à venda no site dela. |
Fonte: |
Experiências de programas de incentivo à leitura mostram que o primeiro passo é cativar o potencial leitor, o que se faz com uma proposta desafiadora. "Depois da aproximação, as pessoas são capazes de apreciar a leitura e se interessar por diferentes gêneros”, afirma Maria Alice Armelin, do Cenpec - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária.
Para aqueles que acabaram criando aversão a ler, Silvia Colello afirma que é possível reverter este quadro com a própria magia da leitura. “Um exemplo foi o fenômeno que aconteceu há pouco tempo, da série de livros do Harry Poter, que atraiu milhões de crianças que não liam para a leitura. O importante é embarcar na grande aventura de ler”. Silvia é professora da Faculdade de Psicologia da USP e autora do livro “Textos em Contextos – Reflexões sobre o ensino da língua escrita".
Adquirir o hábito da leitura é um investimento a longo prazo, que se inicia muito cedo na vida das pessoas. "Sem prejuízo da atividade oral de se contar histórias sem livros, é importante ler para crianças desde muito pequenas. E não deve ser abandonada quando ela aprende a ler na escola", afirma a
A família tem papel crucial na formação do hábito de leitura. A maioria das pessoas que gostam de ler dizem que os pais foram quem mais as influenciou a tomar gosto pela coisa, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. “Isso nos leva a explorar a importância do exemplo, lendo na frente das crianças e para elas, mostrando os conhecimentos que foram adquiridos e a contribuição para sua formação profissional”, afirma Zoara Failla, gerente de projetos do Instituto Pró-Livro.
A pesquisa também mostra que as pessoas preferem ver TV, ouvir música ou simplesmente descansar em seu tempo livre. Como estimular a leitura em um ambiente dominado pela televisão, rádio e internet? Segundo Silvia Colello, a leitura não concorre com outras linguagens, é complementar. “Mesmo na TV aparecem coisas escritas. A leitura acaba enriquecendo e é enriquecida pelas outras linguagens, isso faz parte da pluralidade em que aparece no cotidiano.”
Fonte (clique aqui), dica da amiga Marcia via facebook
Embora a Inconfidência Mineira seja normalmente apresentada como um movimento que defendia a transformação do Brasil numa república, com ideais de igualdade, de direitos iguais para todos, há historiadores que dizem que não foi bem assim.
Vários líderes inconfidentes eram donos de escravos. Todos eram parte da elite. E todos estavam endividados com o quinto (imposto cobrado em Portugal, veja a explicação na página "Inconfidência Mineira").
Continue lendo...no site original
Em 1780, Joaquim José da Silva Xavier se alistou na tropa da Capitania de Minas Gerais e um pouco depois foi nomeado comandante do destacamento dos Dragões na patrulha do "Caminho Novo", estrada que ia da capitania mineira ao porto do Rio de Janeiro, por onde passava a produção das minas (do porto do Rio, as riquezas eram embarcadas para Portugal).
Continue lendo...no site original.

A exposição abre hoje para convidados e amanhã para o público paulista, depois de bater todos os recordes de visitação noCentro Cultural Banco do Brasil, em Brasília e no Rio de Janeiro onde mais de 800 mil pessoas visitaram as obras e instalações interativas. Apenas em Brasília, passaram pela mostra cerca de 200 mil pessoas. Foi o maior número de visitantes em dez anos do CCBB onde a exposição Aleijadinho, era a recordista até então com 154 mil visitantes.Projeções em 3D turbinam a viagem
Através delas, o público experimenta a sensação de penetrar nas obras de Escher, e quebra a cabeça para entender como o artista conseguia subverter o plano. Múltiplas sensações…
A sala interativa é a grande atraçãoLá é possível até entrar em uma das obras de Escher e desvendar algumas de suas técnicas. O quebra-cabeça gigante, que trabalha o branco e o escuro, traço característico e marcante do gravurista; a Sala do Periscópio, com o poço infinito; e a Sala do Impossível, onde uma das janelas mostra tudo em ordem, enquanto na outra, os objetos aparecem flutuando.
Veja outras exposições já realizadas pelo CCBB:
Cora Coralina: uma poetisa no coração do Brasil
Um pedaço do Islã no Brasil, agora, em São Paulo
Em Brasília, as embaixadas do Planeta Bola de Eder Santos
Saiba mais no IG:
A arte matemática de M. C. Escher
O Mundo Mágico de Escher
Até 17 de julho de 2011
Local: CCBB-SP
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112, Centro/ Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Horário: terça a domingo, das 9h às 20h
Classificação: Livre
Entrada Franca
Para se falar de um livro, nada melhor do que uma degustação... afinal dispor de tempo para uma leitura não é uma tarefa tão fácil assim, é comum dedicarmos este tempo apenas as nossa obrigações, no entanto, o professor deve estar em eterna formação.
Para aqueles que ainda não leram, aí vai uma "degustação" disponibilizada na net.

10 novas competências para Ensinar - Perrenoud
O ofício de professor
Ebenezer de Menezes, da Agência EducaBrasil
Há muitas exigências para o profissional da educação e o professor Philippe Perrenoud, da Universidade de Genebra, resolveu reunir dez grandes famílias de competências em um livro para orientar e refletir a ação do docente num contexto de constantes transformações. "Enfatizarei o que está mudando e, portanto, as competências que representam mais um horizonte do que um conhecimento consolidado", diz o autor na introdução do livro, que pode interferir na formação contínua de quem se dedica à educação.
Dez novas competências para ensinar, lançado pela Artmed Editora, aborda, em cada capítulo, as seguintes faculdades, reconhecidas como prioritárias na formação de professores do ensino fundamental: organizar e dirigir situações de aprendizagem; administrar a progressão das aprendizagens; conceber e fazer com que os dispositivos de diferenciação evoluam; envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho; trabalhar em equipe; participar da administração da escola; informar e envolver os pais; utilizar novas tecnologias; enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão; e administrar a própria formação contínua.
Para "organizar e dirigir situações de aprendizagem", o livro propõe competências mais específicas, como conhecer, para determinada disciplina, os conteúdos a serem ensinados e sua tradução em objetivos de aprendizagem. "A competência requerida hoje em dia é o domínio dos conteúdos com suficiente fluência e distância para construí-los em situações abertas e tarefas complexas, aproveitando ocasiões, partindo dos interesses dos alunos, explorando os acontecimentos, em suma, favorecendo a apropriação ativa e a transferência dos saberes, sem passar necessariamente por sua exposição metódica, na ordem prescrita por um sumário", argumenta Perrenoud.
A competência "organizar e dirigir situações de aprendizagem" exige ainda, segundo o livro, trabalhar a partir das representações dos alunos, pois isso pode ajudá-los na aproximação do conhecimento científico a ser ensinado. Trabalhar a partir dos erros e dos obstáculos à aprendizagem seria outra competência mais específica, já que considera o erro uma ferramenta para ensinar, "um revelador dos mecanismos de pensamento do aprendiz". O professor também deve saber construir e planejar dispositivos e seqüências didáticas, além de envolver os alunos em atividades de pesquisa, em projetos de conhecimento.
A segunda competência, "administrar a progressão das aprendizagens", compreende cinco outras capacidades. A primeira diz que o professor deve conceber e administrar situações-problema ajustadas ao nível e às possibilidades dos alunos. A outra capacidade diz que o docente deve adquirir uma visão longitudinal dos objetivos do ensino, além de estabelecer laços com as teorias subjacentes às atividades de aprendizagem. O professor também deve saber observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, de acordo com uma bordagem formativa, e fazer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão.
Para "conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação", a terceira competência, o professor deve, segundo o autor, administrar a heterogeneidade no âmbito de uma turma, abrir e ampliar a gestão da classe para um espaço mais amplo, fornecer apoio integrado, trabalhar com os alunos portadores de grandes dificuldades e desenvolver a cooperação entre os alunos e certas formas simples de ensino mútuo.
A quarta competência, "envolver os alunos em sua aprendizagem e em seu trabalho", explica o Perrenoud, deve suscitar o desejo de aprender, explicitar a relação com o saber, o sentido do trabalho escolar e desenvolver na criança a capacidade de auto-avaliação, além de instituir e fazer funcionar um conselho de alunos e negociar com eles diversos tipos de regras e de contratos. O docente ainda pode oferecer atividades opcionais de formação e favorecer a definição de um projeto pessoal do aluno.
O "trabalho em equipe" pede para o professor elaborar um projeto de equipe, com representações comuns, dirigir um grupo de trabalho, com habilidade para conduzir reuniões. Além disso, é importante saber formar e renovar uma equipe pedagógica, enfrentando e analisando em conjunto situações complexas, práticas e problemas profissionais. Administrar crises ou conflitos interpessoais também são habilidades esperadas, segundo o livro.
A participação da administração da escola é fundamental no domínios das competências. É necessário, nesse sentido, elaborar e negociar um projeto da instituição, administrar os recursos da escola, saber coordenar e dirigir uma escola com todos os seus parceiros, além de organizar e fazer evoluir, no âmbito da escola, a participação dos alunos.
O professor, segundo Philippe Perrenoud, deve saber informar e envolver os pais, dirigindo reuniões de informação e de debate. Quando necessário, deve ainda ter a capacidade de fazer entrevistas. Tudo com o objetivo de envolver os pais na construção dos saberes.
A oitava competência, diz o livro, é a de "utilizar novas tecnologias". Inclui saber utilizar editores de textos, explorar as potencialidades didáticas dos programas em relação aos objetivos do ensino e comunicar-se à distância por meio da Internet e de outras tecnologias. As ferramentas multimídia também devem ser consideradas para o ensino.
"Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão" é a nona competência apresentada por Perrenoud. Para ele, o professor deve prevenir a violência na escola e fora dela, lutar contra os preconceitos e as discriminações sexuais, étnicas e sociais, e participar da criação de regras de vida comum referentes à disciplina na escola, às sanções e à apreciação da conduta. Nessa competência ainda inclui a capacidade de analisar a relação pedagógica, a autoridade, a comunicação em aula, além de desenvolver o senso de responsabilidade, solidariedade e o sentimento de justiça.
Por último, a competência de "administrar sua própria formação contínua" propõe que o docente saiba explicitar as próprias práticas, estabelecendo seu próprio balanço de competências e seu programa pessoal de formação contínua. Deve-se ainda negociar um projeto de formação comum com os colegas da escola ou da rede. Envolver-se em tarefas em escala de uma ordem de ensino ou do sistema educativo e acolher a formação dos colegas e participar dela são outras competências específicas esperadas de um profissional da educação.
Na conclusão do livro, para o leitor que sentiu uma certa arbitrariedade com relação às formulações das competências em dez famílias, Perrenoud diz que participou ativamente da redação do livro, mas sentiu um certo grau de imposição. "Isso não tem nada de estranho: todo texto elaborado em um quadro institucional, sobretudo se negociado entre numerosos agentes, revela um compromisso entre lógicas diferentes, e, às vezes, interesses opostos. Ele perde em coerência o que ganha em representatividade", justifica o autor.
Livro disponível para baixar neste link